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Melasma e Desordens da Hiperpigmentação (Manchas escuras na pele)

O Melasma é uma doença muito comum, mas não se sabe ao certo o número de pessoas acometidas no mundo.

É caracterizada por manchas escuras na pele, principalmente no rosto, com presença de pigmento em maior quantidade nos locais acometidos (melanina) e de aumento das células que contém esse pigmento (melanófagos).

Causas do Melasma

Acomete mais mulheres que homens, e suas causas são pouco conhecidas, mas existem algumas teorias quanto seu aparecimento.

O que todos os pesquisadores concordam em suas pesquisas é que o Melasma é piorado pelo sol, e talvez seu aparecimento se associe quando a pessoa apresenta alguns determinados   fatores  e se expõe ao sol.

Os  fatores conhecidos  que podem desencadear o quadro incluem a gestação, anticoncepcionais orais, genética, fatores raciais (incide mais em orientais e latinos), uso de determinados cosméticos e de certos medicamentos como antiepilépticos.

Fatores que influenciam o aparecimento do Melasma

Exposição Solar
Gestação
Anticoncepcionais orais
Genética
Fatores raciais (incide mais em orientais e latinos)
Determinados cosméticos
Determinados Medicamentos

Algumas medicações que podem estar associados ao Melasma incluem:
Anti-inflamatórios não hormonais, anti-maláricos, amiodarona, drogas quimioterápicas, anti-epilépticos tetraciclina, metais pesados e drogas psicotrópicas.

O Melasma é mais frequente em pessoas de pele mais escura.

Existem algumas localizações que mais comuns como a localização centro-facial (testa, bochechas, acima do lábio superior, nariz e queixo), malar (bochecha e nariz), e mandíbula.

Fotos de Melasma

melasma

melasma

Melasma

Melasma em região malar bochechas e buço que são localizações muito frequentes dessa desordem da Hiperpigmentação.

O Diagnóstico e o Tratamento do Melasma

O tratamento do Melasma é um desafio para os dermatologistas.
Esse tipo de  mancha da pele pode ter o pigmento ( a substância que causa a mancha)  localizado na epiderme (camada mais superior da pele), na derme (camada logo abaixo da epiderme), ou pode se localizar nas duas camadas, quando é chamado Melasma  misto.

Quanto mais profundo o pigmento, mais difícil de se obter um bom resultado no tratamento.

Para diferenciar o tipo de Melasma e sua  localização nas camadas da pele , o que influencia o Tratamento e o Prognóstico , um exame com um tipo especial de iluminação, chamada Lâmpada de Wood pode ser utilizado. Ela demonstra se o pigmento é mais superficial quando o Dermatologista observa uma cor mais acentuada da mancha, e se o pigmento é mais profundo, nesse caso a cor da mancha se atenua ou fica acizentada.

O tratamento consiste primeiramente no uso de protetores solares de amplo espectro. Estes protetores devem ser utilizados  de maneira correta, sob orientação do médico.
Sempre  deve ficar  claro que mesmo que o tratamento obtenha sucesso, os protetores solares devem ser SEMPRE utilizados, porque não se evitando o sol e a luz o tratamento será perdido.

Para a se tentar obter o  desaparecimento da mácula (mancha) medicações tópicas podem ser utilizadas.
Os objetivos principais do tratamento do Melasma incluem o retardo da proliferação de melanócitos ( as células que produzem a melanina, o pigmento que mancha) , a inibição da formação do melanossoma ( um corpúsculo intra-celular que contém o pigmento)  e a degradação dos melanócitos.

O tratamento do Melasma epidérmico consiste em agentes tópicos como o ácido kójico, ácido  láctico, hidroquinona, ácido retinóico, e formulações combinadas, além de peelings químicos, associados á proteção solar.

Quando o Melasma é considerado dérmico, normalmente não responde satisfatoriamente ao tratamento tópico, peelings químicos podem ser realizados, e se não apresentar resposta, atualmente o laser fracionado de Erbium ou de CO2, vêm sendo utilizados com respostas interessantes.

Entre as medicações tópicas mais utilizadas, a hidroquinona é importante , sozinha ou associada a outros agentes. Ela inibe a conversão de DOPA ( uma substância química) em melanina (O pigmento) através de ação sobre a enzima tirosinase.  Assim evita a formação da mancha  inibindo  a síntese de pigmentos pelo  melanócitos, dessa maneira evitando a pigmentação progrida. A ação da hidroquinona é lenta e  pode ser esperada em algumas semanas ou meses.

O tratamento deve ser sempre acompanhado pelo médico, pois a hidroquinona não é isenta de efeitos colaterais, como a hipopigmentação em confete e ocronose, além de vermelhidão, e mesmo piora do quadro de  pigmentação (chamada de hiperpigmentação  pós-inflamatória).

A hidroquinona  pode ser combinada com outros agentes aumentando sua eficácia, sendo as combinações mais classicamente utilizadas a da  tretinoína e do ácido glicólico,

A tretinoína ou ácido all-trans-retinóico é útil para o tratamento do Melasma. Outros compostos retinóicos incluem a isotretinoína tópica e ácidos retinóicos poliaromáticos, como tazaroteno e adapaleno. O mecanismo de ação da tretinoína parece ser o aumento do turnover epidérmico (ou seja, aumento da produção de novas células da pele, que substituem as antigas manchadas), e efeito inibitório sobre a tirosinase, evitando assim a síntese de melanina.

Entretanto, o ácido retinóico pode ter um efeito estimulante da produção de melanina, se houver exposição ao sol ou a luz.

A medicação deve ser continuada por um período relativamente  longo para apresentar os resultados esperados.

O ácido azeláico é um ácido isolado de um fungo, o pityrosporum. Parece agir sobre melanócitos anormais, com destruição e inibição dessas células. Pode  apresentar efeitos colaterais como vermelhidão e coceira.

O ácido kójico também é um produto de um fungo e age inibindo a enzima tirosinase (que auxilia na produção de pigmento melanina), e é antioxidante. Age melhor quando combinado com outros agentes.
O ácido ascórbico (vitamina C) age também na produção de melanina, embora em menor intensidade em relação aos outros agentes citados. Assim como a vitamina E, que também diminui a atividade da enzima tirosinase.

Além do uso isolado,  os agentes tópicos com ação sobre o Melasma  podem ser utilizados em conjunto  com outros agentes como corticóides ou antioxidantes, para diminuição dos efeitos colaterais e para um melhor resultado e um mais rápido clareamento .

Além do tratamento já descrito, peelings químicos podem ser utlizados, apresentando uma melhora após pelo menos três ou quatro aplicações com intervalo de duas a três semanas entre eles. Os agentes utilizados são diversos, como ácido tricloroacético, jessner, ácido retinóico, ácido glicólico, salicílico e outros.
Os peelings são usados em concentrações altas e embora sejam muito úteis   podem trazer efeitos colaterais como cicatrizes, e mesmo escurecimento da pele com piora do quadro, portanto devem ser sempre realizados com um médico capacitado.

A hiperpigmentação pós-inflamatória, é considerada uma resposta normal do organismo após regressão de alguma doença da pele, deixando no lugar uma mancha escura. Não se sabe exatamente a causa mas parece que substâncias liberadas por causa da inflamação, estimulam  os melanócitos.
Sempre a causa da inflamação na pele deve ser controlada  e a mancha residual tratada com os agentes medicinais tópicos já descritos que  podem ser ajudados por  peelings e LASER.

As doenças descritas acima são muito comuns e aflige um grande número de pacientes, afetando muitas vezes sua qualidade de vida. O tratamento destas afecções sempre deve ser buscado, pois os resultados podem ser surpreendentes.

Um médico dermatologista deve sempre acompanhar o tratamento e realizar o correto diagnóstico, pois as medicações não são isentas de efeitos colaterais, que podem inclusive piorar a doença atual.

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